A reviravolta da educação no mundo pós-pandêmico

No ano de 2020, o mundo foi assolado pela pandemia do novo coronavírus e as necessidades básicas foram ajustadas para o “modo sobrevivência”. Neste meio tempo, grande parte dos estudantes se sentiram perdidos quanto às suas atividades acadêmicas.

Dúvidas como “o que devo estudar?”, “por onde começo?”, “não haverá aula?” eram frequentes e aqueles professores que (com os recursos certos) buscaram maneiras de inovar, abrindo mão de seu próprio conforto em prol do aprendizado dos alunos, se sobressaíram. Aqueles que optaram por se manter em seus métodos ultrapassados ficaram cada vez mais obsoletos.  A partir da necessidade, a tecnologia se tornou uma ferramenta indispensável na educação para aqueles que têm a possibilidade.

Dessa maneira, a dinâmica no ramo mudou profundamente. Grandes escolas reformularam seus métodos avaliativos, estruturas e durações de aulas pensando na modernização do ensino. Com essa alavanca, se tornou pauta a didática dos professores na tela do computador, celular ou televisão. E a resposta era simples: a nova geração de profissionais se saía melhor ao sair da zona de conforto e enfrentar o desafio de se reinventar.

Sabemos que a licenciatura é uma área pouco valorizada na contemporaneidade. Por isso, questões se instalam: Como buscar novos educadores se não existem possibilidades para eles no mercado de trabalho? Do que adianta buscar alternativas diversas para o aperfeiçoamento dos estudos se mais importante que o conhecimento é a fama do professor?

Existem respostas diversas às dúvidas aqui postuladas, mas a alternativa mais verdadeira é que a educação deve ser tratada com mais respeito e seriedade. A vida e a saúde mental deve ser a mola propulsora das escolas e as mudanças na sociedade devem ser levadas em consideração. 

Por fim, não há dúvidas de que existem várias reflexões acerca do tema e a relação direta com as mudanças do ‘novo mundo’.

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