O 10.º Fliaraxá coloca a Abolição e a Independência em foco

“Abolição, Independência e Literatura”: este é o tripé que vai
sustentar as mesas, painéis e debates da 10.ª edição do Fliaraxá – Festival
Literário de Araxá –, a se realizar entre os dias 11 e 15 de maio, de quarta a
domingo.

O Fliaraxá – Festival Literário de Araxá – foi criado em 2012 pelo empreendedor cultural Afonso Borges, diretor-presidente da Associação Cultural Sempre um Papo. As cinco primeiras edições aconteceram no pátio da Fundação Calmon Barreto e, a partir de 2017, o festival passou a ocupar o Grande Hotel de Araxá, patrimônio histórico do estado de Minas Gerais, edificação construída em 1942. Naquela edição, nasceu também o “Fliaraxá Gastronomia”. Cerca de 140 mil pessoas passaram pelo festival em suas oito edições presenciais, mais de 400 autores participaram da programação e 130 mil livros foram comercializados na livraria do evento. Em formato híbrido, as transmissões do Fliaraxá vão  acontecer de forma descentralizada, em diversos lugares da cidade: Grande Hotel, Teatro Municipal Maximiliano Rocha, Parque do Cristo, Fundação Cultural Calmon Barreto, praças e escolas de bairros periféricos. A criatividade vai estar em alta no formato híbrido do 10.º Fliaraxá. Respeitando protocolos sanitários, autores estarão presentes, em alguns locais, com audiência reduzida; em outros, os autores farão lives, sem a presença do público; e, em outros, acontecerá apenas a transmissão digital, sempre pelas redes do @Fliaraxa. Tudo gratuito, sem cobrança de ingresso nem taxas para assistir nas plataformas, como o Youtube, o Facebook e o Instagram. O evento também contará com programação infantil, prêmio de redação, exposição artística e uma novidade: uma imensa livraria com espaço gastronômico.

Serviço: 10.º Fliaraxá – Festival Literário de Araxá

De 11 a 15 de maio, de quarta a domingo

Tema: “Abolição, Independência e Literatura”

Formato híbrido – transmissão em tempo real pelas plataformas do festival: Youtube e Facebook do @fliaraxa

 Locais: Grande Hotel, Teatro Municipal Maximiliano Rocha, Parque do Cristo, Fundação Cultural Calmon Barreto, em praças e escolas de bairros mais afastados do Centro.

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